Alguns pacientes que procuraram o pronto-socorro municipal de Birigui pela manhã dessa quinta-feira (24) só foram atendidos no período da tarde. Depois de receber reclamações, a reportagem foi até o PSM e encontrou vários pacientes relatando a demora no atendimento. A balconista Geni Lucena chegou ao PSM ontem às 10h com o marido, que estava com febre. Ele só foi atendido após as 15h.A aposentada Lúcia Aparecida Stela dos Santos afirmou que chegou às 6h com o neto de 19 anos, que reclamava de cólica de rim. Segundo ela, o neto foi atendido ainda cedo, fez exame de urina, foi medicado, mas até a tarde, ele ainda não tinha sido atendido novamente. "Até agora não chegou o resultado desse exame", reclamou, por volta das 15h30.
O funcionário público José Marques Viana foi logo pela manhã ao pronto-socorro sentindo dor na garganta. "Até agora nada. Não fui atendido", relatou durante a tarde. Também com dor de garganta estava o neto da calçadista Shirley de Souza Queiroz. "Eu vim trazê-lo às 9h para um retorno de um atendimento de terça-feira. Ele só foi atendido agora (15h30)", disse.
OUTRO LADO
De acordo com a chefe de seção do PSM, Priscila Marin, dois médicos atuam no órgão e em todos os períodos do dia há a mesma quantidade de profissionais. Ela disse, também, que em vários casos de pacientes que procuram o PSM, os problemas poderiam ser resolvidos nas nove UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de Birigui.




